Conheça as novas propostas para reconverter a Central do Pego

A Central do Pego ganhou seis propostas de reconversão. Energia solar, eólica, baterias e hidrogénio são as dominantes.


A antiga central do Pego, que foi desativada em novembro de 2021, marcou o final da eletricidade produzida a partir de carvão em Portugal. Terminado o contrato com a entidade exploradora, a Tejo Energia, o Governo optou por abrir concurso para permitir a ligação da central à rede elétrica.

O concurso recebeu seis propostas diferentes da EDP, Endesa, Tejo Energia, Greenvolt, Brookfield e Bondalti e Voltalia. Segundo o jornal Expresso, “a maioria aposta numa mistura de energia solar, eólica, armazenamento em baterias e hidrogénio”.

Tejo Energia:
 A candidatura apresenta um projeto de biomassa, energia solar fotovoltaica e energia eólica. “Contempla o uso do ponto de ligação para produzir eletricidade a partir de biomassa, mas também prevê um projeto fotovoltaico de larga escala e outro projeto eólico de dimensão um pouco menor”, adianta o semanário.

Endesa: Aposta num projeto de energia solar fotovoltaica de grande escala, energia eólica, armazenamento em baterias e hidrogénio a partir de eletrólise.

EDP: Adianta um projeto semelhante ao da Endesa, “diferindo apenas na capacidade instalada que atribui a cada uma. No caso da EDP Renováveis, está prevista uma central solar de grande dimensão complementada por produção eólica, armazenamento com baterias e uma pequena unidade de produção de hidrogénio.

Greenvolt: O projeto mistura energia solar fotovoltaica e produção de hidrogénio “verde” para injetar na rede nacional de gás. 

Consórcio Brookfield Ltd/Bondalti: O projeto junta uma central solar de grande dimensão com eólica, armazenamento a baterias e hidrogénio.

Voltalia: O projeto junta energia solar e eólica e contempla uma componente de armazenamento e produção de biometano.

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