Natal: comerciantes brasileiros otimistas, mas com moderação

O que esperam os comerciantes brasileiros este Natal? Otimismo prevalece apesar da inflação a quase 10%.


Coroa de Natal sobre mesa de madeira vista de cima, com mãos de mulher a decorar com ramos verdes e bolas vermelhas

O Natal aproxima-se e os comerciantes preparam-se para vender. Mas a inflação alta e a Covid-19 podem impedir uma mesa farta este Natal. “No ano da inflação a quase 10% e do dólar beirando os R$6, o bacalhau, por exemplo, corre o risco de ser desbancado por opções mais baratas”, analisa o jornal Correio Braziliense. A publicação perguntou a alguns comerciantes o que esperam da época festiva. 

É o caso de Karoline Rosa Ferreira, que tem expetativas positivas para a sua loja virtual Graciosas Moda, uma empresa de moda feminina. O recurso à internet ajudou o negócio durante a quarentena e sabe que “geralmente as mulheres gostam de se vestir bem nas festas de fim de ano”. No entanto, sente alguma retração no consumo devido à carestia dos preços.

Já Marcello Lopes, chef e empresário do Italianíssimo e do Blend Boucherie, apostou nas entregas para ultrapassar o período de confinamento e nota agora mais movimento à medida que a taxa de vacinação cresce. Os seus planos para o Natal focam-se “em pacotes e promoções para se reunirem com segurança, já que tem quase dois anos que as pessoas não se reúnem para celebrar as conquistas”.

Outra comerciante que mostra otimismo em relação às vendas de fim de ano é Eula Silva, do Brasil Center Shopping. “Nossos lojistas estão preparando o estoque e novidades de produtos, além de uma comunicação mais personalizada com os clientes”. Apesar de saber que “a economia não retornou aos patamares desejados, é um momento que traz boas perspetivas no comércio varejista para 2021 e 2022”.

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